Chegando o dia de Pentecostes,(para os judeos é a festa da Messa sete semanas depois da Páscoa, em grego significa quinquagésimo dia) estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo, que se repartiram e repousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
Achavam-se, então em Jerusalém judeos piedosos de todas as nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua. Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: "Não são, proventura, galileus todos estes que falam? Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna? Partos, medos, elamitas; os que hobitam a Mesopotânia, a Capadósia, o Ponto, a Ásia, a Frígida, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos, judeus ou prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus!" Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: "Que significam estas coisas?"
Vinde, Espírito Santo. Com o Filho e com o Pai inundai a nossa mente.
Nossa vida iluminai. Boca, olhos, mãos, sentidos.
Tudo possa irradiar o amor em que nos pusestes.
Para os outros inflamar.
O Deus Pai e a seu Filho.
Por Vós, dai-nos conhecer.
Quem de ambos procedeis.
Dai-nos sempre firme crer.
Amém, aleluia!